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	<title>Phillae &#187; Mercado &amp; Indicadores</title>
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	<description>O mundo dos negócios na visão das mulheres</description>
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		<title>Mulheres já empreendem tanto quanto investidores homens</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 15:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[A melhor notícia do Dia Internacional da Mulher, no Brasil, é que as empreendedoras já competem em pé de igualdade com os pequenos e microempresários. No País, o número de mulheres que empreendem é quase o mesmo que o de homens. Segundo o relatório de 2010 do Global Entrepeneurship Monitor (GEM), entre os 21,1 milhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A melhor notícia do Dia Internacional da Mulher, no Brasil, é que as empreendedoras já competem em pé de igualdade com os pequenos e microempresários. No País, o número de mulheres que empreendem é quase o mesmo que o de homens. Segundo o relatório de 2010 do Global Entrepeneurship Monitor (GEM), entre os 21,1 milhões de empreendedores brasileiros 10,7 milhões pertencem ao sexo masculino e 10,4 milhões ao feminino, o que dá uma proporção de 50,7% para 49,3%. O estudo foi realizado em parceria entre a London Business School, o Babson College e, no Brasil, pelo Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP).</p>
<p>Em 2002, os homens eram 57,6% e as mulheres 42,4% do total. &#8220;A performance e os resultados obtidos por ambos os gêneros são os mesmos. As mulheres empreendedoras não se veem diferente dos homens, não se discriminam&#8221;, diz a diretora de cultura empreendedora da Endeavor, Karen Kanaan.</p>
<p>A afirmativa de Karen se baseia em um estudo conduzido pela Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e Desenvolvimento (Unctad, iniciativa ligada à ONU) em seis países. Aqui, a pesquisa foi feita pelo Instituto Empreender Endeavor Brasil e os dados globais divulgados este ano. O objetivo era comparar empreendedores de várias partes do mundo.</p>
<p>Uma das conclusões que se pode tirar da pesquisa é que as empresárias brasileiras, na hora de inovar, preferem melhorar processos do que criar, de fato, um produto ou serviço novo. Consequentemente, suas inovações são menos visíveis, o que faz com que elas tenham mais dificuldade para obter financiamento privado e público. Segundo o Endeavor, 38,5% dos homens entrevistados obtiveram algum tipo de financiamento governamental para suas inovações, enquanto somente 19,2% das mulheres conquistaram tal apoio. &#8220;A mulher tem uma forma sutil de inovar, mas nem por isso melhor ou pior que o homem&#8221;, afirma Karen.</p>
<p>Segundo a executiva, a diferença entre os sexos também está presente na motivação para abrir uma empresa. &#8220;As mulheres geralmente optam por um segmento pelo qual sejam apaixonadas. Por exemplo, uma área em que já tiveram experiência e de que gostaram muito. Os homens focam mais nas oportunidades de mercado, mesmo que não tenham afinidade com o setor&#8221;, explica. &#8220;A paixão por um determinado nicho é o que costuma mover as empreendedoras&#8221;, salienta.</p>
<p>Outro ponto do estudo foi a análise da aversão ao risco. A conclusão é que as mulheres costumam assumir menos riscos do que os homens. Novamente, a pesquisa não fez julgamento de valor &#8211; ou seja, não avaliou se isso é bom ou ruim. &#8220;Na maior parte dos casos, elas têm uma postura mais segura para empreender&#8221;, comenta Karen.</p>
<p>Outro dado é que a retenção de talentos é maior em empresas comandadas por mulheres. Enquanto 57,7% dos brasileiros declararam ter dificuldades na área de recursos humanos ou no processo produtivo, apenas 34,6% das mulheres disseram a mesma coisa.</p>
<p>O grande desafio para as empreendedoras brasileiras, aponta o estudo, é a formação da sua rede de contatos. Na comparação com americanas, jordanianas, suecas, ugandenses e suíças &#8211; no índice de empresárias que são membros de associações de comércio &#8211; elas ficaram em último lugar nesse quesito.</p>
<p>&#8220;As mulheres fazem menos networking que os homens. Consequentemente, têm menos acesso a informações e deixam de trocar experiências com outros empreendedores &#8211; itens fundamentais para o sucesso das empresas&#8221;, afirma Karen.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a title="Mulheres já empreendem tanto quanto investidores homens  " href="http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/03/08/mulheres-ja-empreendem-tanto-quanto-investidores-homens/" target="_blank">Jornal do Brasil</a></strong></small></p>
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		<title>Com Dilma no comando do País, mulheres  avançam na conquista de espaço e de direitos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 13:58:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff deve sancionar nos próximos dias o projeto de lei aprovado na terça-feira (6) pelo Senado que multa as empresas que pagam menos às mulheres do que aos homens que trabalham na mesma função. A nova conquista feminina, às vésperas do Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta quinta-feira (8), se junta a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Rousseff deve sancionar nos próximos dias o projeto de lei aprovado na terça-feira (6) pelo Senado que multa as empresas que pagam menos às mulheres do que aos homens que trabalham na mesma função. A nova conquista feminina, às vésperas do Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta quinta-feira (8), se junta a outros avanços que devem acabar creditados à presença da primeira mulher no Palácio do Planalto.</p>
<p>Em pouco mais de um ano no poder, Dilma criou programas especiais para as mulheres, levou nove delas para ministérios e fez a primeira mulher presidente da Petrobras, a maior estatal brasileira. Mas foi com seu próprio desempenho à frente da Presidência que ela legitimou seu discurso de que lugar de mulher também é na política.</p>
<p>O deputado Valtenir Pereira (PSB-MT), autor de um projeto de lei prevendo prisão de até três anos para crimes de discriminação de gênero, afirmou ao R7 que levar Dilma ao Planalto serviu para lembrar à sociedade do novo papel da mulher no mundo.</p>
<ul>
<li><em>Foi muito importante colocar uma mulher na Presidência. Dilma lembra aos homens e às próprias mulheres que elas podem desempenhar qualquer papel na sociedade, e suas ministras são um exemplo disso.</em></li>
</ul>
<p>Dilma não só levou mais mulheres para a Esplanada dos Ministérios, mas entregou a elas algumas das pastas mais importantes. A mulher-forte de Dilma é Gleisi Hoffmann, a ministra-chefe da Casa Civil, cargo só menos importante que o da própria presidente.</p>
<p>Para representar o governo nas negociações com deputados e senadores, Dilma dispensou um homem, Luiz Sérgio, e colocou no lugar Ideli Salvatti, a atual ministra das Relações Institucionais, responsável pelas articulações políticas. Outra “dama de ferro” é Miriam Belchior, chamada nos corredores do Planalto de “Dilma da Dilma”. É dela a tarefa de tocar os programas de infraestrutura do governo, como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), considerados cruciais para que o Brasil continue crescendo em tempos de crise mundial.</p>
<p>Mas a última canetada de Dilma em favor das mulheres surpreendeu os mais conservadores: em fevereiro, tomou posse na Petrobras Maria das Graças Foster, nas palavras da própria executiva, “a primeira mulher do mundo a comandar uma empresa de petróleo deste porte” – a quarta maior companhia energética do mundo.</p>
<p>Além de fortalecer mulheres já poderosas, Dilma deu mais autonomia às mais simples. Para isso, a presidente as colocou no foco dos programas sociais do governo, a começar pelo principal deles, o Bolsa Família. Ela mesma chegou a dizer que o programa pertence a elas ao lembrar que &#8220;93% dos responsáveis pelo recebimento do benefício são as mães de família&#8221;.</p>
<p>Ela se gaba do resultado de outros programas com perfil ainda mais feminino, como o Rede Cegonha, um plano de pré-natal que reduziu a mortalidade materna em 19% no ano passado na comparação com o ano anterior. Outro orgulho da presidente é o Mulheres Mil, que pretende formar e colocar no mercado de trabalho 100 mil mulheres até 2014.</p>
<p><strong>Discriminação</strong></p>
<p>A lei contra discriminação aprovada no Senado e que logo deve receber a assinatura de Dilma pretende atacar outra frente do preconceito, a que atinge as mulheres no trabalho. Segundo relatório do Banco Mundial, a presença da mulher no mercado brasileiro cresceu 22% desde 1980, mas ela ainda recebe muito menos: para cada US$ 1 pago a um homem, remunera-se US$ 0,73 à mulher.</p>
<p>A deputada Luci Choinacki (PT-SC), que conseguiu incluir na Reforma da Previdência, de 2002, a aposentadoria para donas de casa, afirma que a maior contribuição de Dilma é “com a sua presença”.</p>
<ul>
<li><em>Por que a sociedade precisa se interessar pela causa da mulher, a começar por elas, que precisam de coragem para não apenas assumir novas funções, mas exigir a remuneração justa.</em></li>
</ul>
<p>Em seu último programa de rádio, Café com a Presidenta, Dilma antecipou as homenagens à Semana da Mulher com uma afirmação ousada, que ganha mais força justamente por ter saído da boca da primeira delas a vencer uma campanha presidencial no Brasil:</p>
<ul>
<li><em>Eu tenho convicção de que o século 21 é o século das mulheres. Não para as mulheres serem, de certa forma, contra os homens, mas para as mulheres terem uma participação na vida social, política, econômica e cultural do país ao lado dos homens, tendo o respeito dos homens. Um país que respeita suas mulheres constrói uma nação desenvolvida. Por isso é muito importante, é uma tarefa de homens e mulheres a luta contra a discriminação da mulher.</em></li>
</ul>
<p><small><strong>Fonte: <a title="Com Dilma no comando do País, mulheres  avançam na conquista de espaço e de direitos" href="http://noticias.r7.com/brasil/noticias/com-dilma-no-comando-do-pais-mulheres-brasileiras-ganham-forca-20120308.html" target="_blank">IG</a></strong></small></p>
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		<title>Medo de ficar sem celular é maior entre as mulheres</title>
		<link>http://www.phillae.com.br/2012/02/medo-de-ficar-sem-celular-e-maior-entre-as-mulheres/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 23:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa da empresa SecurEnvoy, feita no Reino Unido, identificou que 66% da população sofre de nomophobia, ou medo de ficar sem contato via telefone celular. Mulheres padecem mais que homens A doença foi identificada inicialmente em 2008. Os sintomas: ansiedade por não ver seu celular por perto, coração dispara só de pensar que pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma pesquisa da empresa SecurEnvoy, feita no Reino Unido, identificou que 66% da população sofre de nomophobia, ou medo de ficar sem contato via telefone celular. Mulheres padecem mais que homens</strong></p>
<div>
<div>
<p>A doença foi identificada inicialmente em 2008. Os sintomas: ansiedade por não ver seu celular por perto, coração dispara só de pensar que pode ter perdido seu aparelho e geralmente carregar dois celulares para o caso de um falhar. Parece com você?  Pois se é o caso, você sofre de nomophobia, ou medo de ficar sem contato via celular. Mas você não está sozinho: pesquisa recente feita em 2012 pela empresa de segurança de senhas SecurEnvoy, identificou que 66% dos ingleses ativos profissionalmente hoje no Reino Unido sofre desse mal.</p>
<p>A pesquisa foi realizada com um grupo de mil profissionais e revelou ainda que, dos entrevistados, 41% optam por carregar dois ou mais aparelhos, para o caso de um deles falhar. Metade dos respondentes, 49%, é sensível à privacidade e declarou ficar irritado se um familiar ou parceiro olhar as mensagens e textos recebidos no aparelho. No entanto, 46% dos entrevistados declarou não usar nenhum tipo de senha ou proteção de dados no celular. 41% disseram usar a senha de quatro dígitos e só 10% dos ouvidos utiliza algum tipo de criptografia no aparelho.</p>
<p>O medo de perder o celular é maior entre as mulheres &#8211; 70% das entrevistadas &#8211; do que nos homens &#8211; 61% dos entrevistados. Mas são os homens os mais propensos a portar dois aparelhos (47% dos homens contra 36% das mulheres). Na distribuição por faixa etária, jovens de 10 a 24 anos são mais nomophobicos (77% do total de entrevistados na idade) enquanto que 68% dos entrevistados com idade entre 25 e 34 anos foram identificados com sintomas da doença. E se você achava que dependência de celular é coisa de gerações mais novas, uma surpresa: o terceiro maior grupo de nomophobicos está com idade acima de 55 anos.</p>
<p>“O primeiro estudo sobre nomophobia, realizado há quatro anos, revelou que 53% das pessoas sofria dessa condição e agora nosso estudo mostra que esse percentual cresceu para 66% no Reino Unido e não mostra sinais de que vai reduzir. A diferença é que em 2008 eram os homens os mais afetados, e agora são as mulheres. Eu me arriscaria a dizer, no entanto, que como são os homens os que mais carregam dois telefones, é talvez um jeito de amenizar o medo de ficar sem ele&#8221;, diz Andy Kemshall, CTO (Chief Technology Officer) e co-fundador da SecurEnvoy CTO and co founder.</p>
<p>Um outro estudo, mencionado por Kemshall, identifica que em média as pessoas verificam seu telefone 34 vezes por dia, para evitar o risco de perde-lo.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a title="Medo de ficar sem celular" href="http://idgnow.uol.com.br/mobilidade/2012/02/20/medo-de-ficar-sem-celular-e-maior-entre-as-mulheres/" target="_blank">IDGNow!</a></strong></small></p>
</div>
</div>
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		</item>
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		<title>Orçamento: dez coisas sobre o dinheiro que nenhuma mulher deve ignorar</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; Todos os anos, comemora-se o Dia Internacional da Mulher em 08 de março. A data celebra os feitos econômicos, políticos e sociais alcançados pelas mulheres de todo o mundo. E para comemorar o evento, a financista e autora do livro &#8220;As leis do dinheiro para mulheres&#8221;, Eliana Camparo Bussinger, lista as dez coisas sobre dinheiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_cphContent_ctl03_pnlNewsHotWords">
<div id="HOTWordsTxt">
<p>SÃO PAULO &#8211; Todos os anos, comemora-se o Dia Internacional da Mulher em 08 de março. A data celebra os feitos econômicos, políticos e sociais alcançados pelas mulheres de todo o mundo.</p>
<p>E para comemorar o evento, a financista e autora do livro &#8220;As leis do dinheiro para mulheres&#8221;, Eliana Camparo Bussinger, lista as dez coisas sobre dinheiro que as mulheres não devem ignorar:</p>
<p><strong>1. Administre o dia seguinte, sem esquecer o futuro</strong><br />
Numa época de tantas mudanças e novidades, torna-se muito difícil conjugar a administração do presente e do futuro.</p>
<p>No entanto, ainda que muitas mulheres continuem achando que sempre haverá alguém para cuidar de seu futuro, essa questão se tornou inevitável nos dias de hoje.</p>
<p><strong>2. Lembre-se de que as grandes compras e conquistas não cabem nos salários mensais</strong><br />
Conforme orienta a especialista, comprar a casa ou o carro dos seus sonhos, fazer viagens ou cursos que garantam o seu diferencial competitivo no mercado de trabalho requer planejamento financeiro.</p>
<p>E para conquistá-los, é preciso sonhar, planejar, poupar e investir. Caso contrário, seus objetivos financeiros de longo prazo continuarão sendo apenas um sonho.</p>
<p><strong>3. Poupar é bom, mas investir é muito melhor</strong><br />
De acordo com Eliana, não basta poupar, ou seja, guardar dinheiro ou deixar de gastar. É preciso ainda colocar um montante para trabalhar para você, buscando uma rentabilidade suficiente para vencer a inflação.</p>
<p>Isso porque, com o aumento gradativo da expectativa de vida das mulheres, que já vivem muito mais que os homens, é preciso buscar o máximo de vantagem possível para os investimentos.</p>
<p><strong>4. Faça a lição de casa</strong><br />
Para poder distinguir quais são as oportunidades que merecem ser agarradas, estude o mercado e aprenda muito. Utilizar um consultor ou gestor financeiro também não é uma má idéia, principalmente para quem não tem tempo.</p>
<p>Entretanto, é preciso saber que o sucesso dos investimentos só será garantido se você tiver o conhecimento financeiro necessário para validar as decisões que você está delegando. Por isso, nada de aceitar qualquer coisa para a qual é aconselhada!</p>
<p><strong>5. Lembre-se dos quatro &#8220;Rs&#8221; do dinheiro &#8211; realidade, restrição, responsabilidade e recusa</strong><br />
Como a realidade aponta que não é possível ter tudo o que queremos, é preciso aprender a se restringir, simplificar a vida e vivê-la sem estresse.</p>
<p>Sendo você é a responsável pelo seu futuro financeiro, recuse-se a entregá-lo a alguém. Isso representa viajar pela vida no banco do carona, sem prestar atenção na estrada pela qual está sendo conduzida.</p>
<p><strong>6. Para poupar, a letra R também ajuda muito!</strong><br />
Reduza os desperdícios: não compre mais do que você usa. Ande pela casa identificando onde está o ralo que detona suas contas &#8211; sapatos ou bolsas que nunca foram usados, CDs e livros que nunca foram ouvidos ou lidos, comida estragando na geladeira, roupas com etiqueta que jamais serão usadas, contas excessivas no cartão de crédito, nas contas de telefone, etc.</p>
<p>Repense suas idéias sobre o consumo: procure as novidades que o mercado constantemente oferece e que não raro são melhores e mais baratas que as de marcas famosas. Isso vale para tudo: roupas, sapatos, cosméticos, material de limpeza&#8230;</p>
<p>Redefina seus hábitos: busque disciplinar-se, deixar de gastar mais do que ganha, pagar apenas o mínimo do cartão de crédito, entre outros.</p>
<p>Reafirme constantentemente a idéia de que o seu objetivo principal é buscar um equilíbrio entre os gastos diários e o futuro, que se apresentará negro se você não cuidar bem dele. Aliás, esse deve ser o seu mantra.</p>
<p><strong>7. Não aceite o primeiro preço</strong><br />
Conforme ensina a financista, mantenha o hábito de pesquisar e barganhar, desde a compra de itens simples como sabonetes até as taxas (administração, manutenção, juros e outras) cobradas pelos agentes financeiros.</p>
<p><strong>8. Transfira riscos</strong><br />
Faça seguros específicos para as suas necessidades: acidente, doença ou morte. Lembre-se que o de vida é especialmente importante para mulheres que têm dependentes (filhos pequenos, pais doentes etc).</p>
<p><strong>9. Enriqueça</strong><br />
Livre-se do medo da riqueza e saiba que a responsabilidade de viver dignamente na terceira idade está nos nossos próprios ombros, por conta das altas taxas de divórcios e abandonos, baixo valor das aposentadorias, etc.</p>
<p>Por conta disso, é necessário construir uma pequena fortuna para envelhecer com tranqüilidade. Afinal, ninguém pode saber quando sairemos de cena nem quanto vamos precisar até lá.</p>
<p><strong>10. Não enriqueça os outros</strong><br />
Por fim, Eliana orienta as mulheres a não enriquecerem os outros: não faça empréstimos sem realmente precisar, não pague juros altos e multas por atraso e não exagere no consumo de coisas desnecessárias.</p>
</div>
<p><small><strong>Fonte: <a title="Dez coisas sobre o dinheiro" href="http://www.infomoney.com.br/mulheres-e-dinheiro/noticia/663151-ccedil+amento+dez+coisas+sobre+dinheiro+que+nenhuma+mulher+deve" target="_blank">InfoMoney</a></strong></small></p>
</div>
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		<title>Empreendedorismo entre as mulheres de São Paulo aumentará nos próximos anos</title>
		<link>http://www.phillae.com.br/2012/02/empreendedorismo-entre-as-mulheres-de-sao-paulo-aumentara-nos-proximos-anos/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 12:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Um recente levantamento do Sebrae-SP apontou que o empreendedorismo entre as mulheres deverá crescer nos próximos anos. A previsão, segundo a Pesquisa Cenários 2020, é que o percentual de mulheres  nos negócios atinja 42% na data em questão, percentual considerado importante, especialmente porque, no ano 2000, a participação das mulheres como empregadoras foi de apenas 24%. Além disso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um recente levantamento do Sebrae-SP apontou que o empreendedorismo entre as mulheres deverá crescer nos próximos anos.</p>
<p>A previsão, segundo a Pesquisa Cenários 2020, é que o percentual de mulheres  nos negócios atinja 42% na data em questão, percentual considerado importante, especialmente porque, no ano 2000, a participação das mulheres como empregadoras foi de apenas 24%.</p>
<p>Além disso, se as expectativas do estudo se mantiverem, o público feminino também deverá se destacar na modalidade “por conta própria”, ou seja, nos empreendimentos sem empregados, passando de 32% em 2000, para 47% em 2020.</p>
<p><strong>Oportunidades</strong></p>
<p>Os dados mostram que as micro e pequenas empresas representam uma boa alternativa no mercado para as mulheres.</p>
<p>De acordo com o Sebrae-SP, por exemplo, a expectativa o ano de 2020 registre 1,5 milhão de empregadores e 3,7 milhões de empreendedores por conta própria, fato que, segundo o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, já é aguardado pelo setor.</p>
<p>Para se ter uma ideia, a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios), do IBGE, revela que em 2009 havia 1,1 milhão de empregadores no estado de São Paulo e mais de 3,3 milhões empreendedores que atuam na modalidade “por conta própria”.</p>
<p><strong>População ativa</strong></p>
<p>Já em termos de representatividade feminina da PEA (População Economicamente Ativa) – pessoas ocupadas ou que estão procurando uma ocupação – ela também vem acompanhando tal movimento.</p>
<p>Segundo o consultor do Sebrae-SP, Pedro Gonçalves, a participação das mulheres na PEA, que era de 42% em 2000, deverá atingir 49% em 2020, aproximando-se assim da participação masculina.</p>
<p>“Os dados apontam uma tendência de empate no número de homens e mulheres no mercado de trabalho até 2020”, revela o consultor.</p>
<p>Para ele, se hoje a estimativa é de um mercado com cerca de 657 mil candidatos a empreendedor, em 2020, a projeção é que tal número aumente para 787 mil.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a title="Empreendedorismo entre as mulheres de São Paulo" href="http://www.infomoney.com.br/mulheres-e-dinheiro/noticia/2330813-empreendedorismo+entre+mulheres+aumentara+nos+proximos+anos+diz+sebrae" target="_blank">InfoMoney</a></strong></small></p>
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		<title>Graça Foster é a primeira mulher a assumir uma companhia petrolífera no mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[De acordo com um estudo do Energy Institute, da Grã-Bretanha, encomendado pela BBC Brasil, nenhuma mulher tinha sido presidente de uma companhia petrolífera no mundo. Isso até Graça Foster, atualmente diretora de Gás e Energia da Petrobras, ser indicada para a presidência da estatal brasileira. Foster vai assumir o cargo no dia 9 de fevereiro, substituindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um estudo do <em>Energy Institute</em>, da Grã-Bretanha, encomendado pela BBC Brasil, nenhuma mulher tinha sido presidente de uma companhia petrolífera no mundo. Isso até Graça Foster, atualmente diretora de Gás e Energia da Petrobras, ser indicada para a presidência da estatal brasileira.</p>
<p>Foster vai assumir o cargo no dia 9 de fevereiro, substituindo José Sérgio Gabrielli, que estava na presidência da Petrobras desde o governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.</p>
<p>De acordo com a revista <em>Fortune</em>, depois que Graça Foster assumir, a Petrobras se tornará a segunda maior empresa a ser comandanda por uma mulher, ficando atrás somente da HP.</p>
<p>Graça Foster, que está na Petrobras há mais de 30 anos, cresceu na favela Morro do Adeus, atualmente integrante do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Ela foi catadora de papel e lata até os 12 anos, para custear os estudos.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/graca-foster-e-a-primeira-mulher-a-assumir-uma-companhia-petrolifera-no-mundo/51716/" target="_blank">Administradores</a></strong></small><small></small></p>
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		<title>Nos EUA, mais mulheres abandonam o mercado de trabalho e voltam a estudar</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 22:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um enorme contingente de trabalhadores está abandonando seus postos nas empresas, e as mulheres são maioria. Na verdade, muitas mulheres jovens. Elas não estão desistindo de trabalhar. Ao invés disso, essas mulheres parecem estar deixando o trabalho para depois: a prioridade agora é estudar. Nos Estados Unidos, há – pela primeira vez em três décadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um enorme contingente de trabalhadores está abandonando seus postos nas empresas, e as mulheres são maioria. Na verdade, muitas mulheres jovens. Elas não estão desistindo de trabalhar. Ao invés disso, essas mulheres parecem estar deixando o trabalho para depois: a prioridade agora é estudar. Nos Estados Unidos, há – pela primeira vez em três décadas – um numero maior de mulheres jovens estudando do que trabalhando.</p>
<p>&#8220;Eu trabalhei meio período na Starbucks por um ano e meio&#8221;, contou Laura Baker, 24 anos, que acaba de começar o mestrado em comunicação estratégica na Universidade de Denver. &#8220;Eu não queria ficar ali para sempre. Eu precisava fazer alguma coisa.&#8221;</p>
<p>Muitos economistas acreditavam que o contingente de trabalhadores diminuiu – puxando para baixo a taxa de desemprego de novembro – em função do número de profissionais experientes que desistiram de conseguir um novo emprego. Muitas das pessoas que deixaram o mercado de trabalho são jovens buscando desenvolver suas habilidades, algo comparável com o boom econômico do pós-guerra, quando milhões de veteranos da segunda guerra foram para as universidades com a ajuda do crédito estudantil, ao invés de ingressarem imediatamente no mercado de trabalho, sobrecarregando-o.</p>
<p>Como ocorreu anteriormente, um dos sexos é o principal beneficiário dessa mudança. Embora mulheres jovens com idade em torno de 20 anos percebam a atual calmaria econômica como o momento correto para desenvolver suas habilidades, os homens da mesma idade tendem a se agarrar ao primeiro trabalho que conseguem encontrar. Segundo os economistas, a principal consequência é que no futuro as mulheres terão uma grande vantagem sobre os homem, cujas opções de carreira já começam a ficar limitadas.</p>
<p>Ao menos por enquanto, muitas mulheres jovens ainda sentem que esse jogo está contra elas.</p>
<p>&#8220;Quase todos no meu curso são mulheres&#8221;, afirma Baker, que espera que um título de mestrado a ajude a conseguir um emprego na área de comunicações de alguma organização sem fins lucrativos. &#8220;Talvez isso ocorra em função do tipo do curso, mas também porque nós mulheres sentimos a necessidade de estudar por mais tempo para ter a chance de competir em qualquer área&#8221;.</p>
<p>As mulheres continuam recebendo salários inferiores. E nos últimos dois anos e meio, desde que a recuperação começou, homens entre 16 e 24 anos obtiveram um total de 178.000 postos de trabalho, enquanto as mulheres perderam 255.000, de acordo com o Ministério do Trabalho.</p>
<p>Aparentemente desencorajadas pelo número restrito de ofertas de trabalho, 412.000 mulheres jovens deixaram de fazer parte da população ativa desde o início da recuperação, o que significa que elas deixaram de procurar emprego.</p>
<p>Entre os homens jovens, a força de trabalho não se alterou desde o início da recuperação, apesar de ter caído durante o período de recessão. Independentemente da faixa de idade, as mulheres desempregadas têm 35 por cento mais chance de desistir de procurar por um novo emprego do que os homens desempregados.</p>
<p>Alguns estudos sugerem que as mulheres são mais exigentes do que os homens na hora de escolher um emprego. Uma vez que já recebem salários mais baixos, as mulheres tendem a não querer trabalhar quando os salários caem ainda mais, sobretudo quando podem contar com um marido empregado (ou reempregado, como é comum nos dias de hoje); As mulheres também relutam mais em trabalhar nos turnos da noite e durante os fins de semana, de acordo com dados do governo sobre como os americanos gastam seu tempo, em parte porque as mulheres têm mais responsabilidades domésticas.</p>
<p>&#8220;Os empregos à disposição não são muito bons e, por alguma razão, os homens parecem ter mais coragem de aceitá-los&#8221;, afirmou Jonathan L. Willis, economista do Federal Reserve Bank de Kansas City. &#8220;As mulheres procuram pelos mesmos empregos, mas concluem que serão mais produtivas fazendo outra coisa&#8221;.</p>
<p>Mas há também influências sociais que afetam a capacidade das pessoas de aceitar um emprego menos bem pago, ou voltar para a escola.</p>
<p>&#8220;Ainda há uma pesada mensagem cultural que diz que os homens devem ganhar o seu sustento, e eles se sentem angustiados com a ideia de deixarem de ser os provedores&#8221;, afirma Stephanie Cootz, diretora de pesquisa no Conselho de Famílias Contemporâneas. &#8220;Há muito mais progresso na superação da &#8220;mística feminina&#8221; do que na da &#8220;mística masculina&#8221;.</p>
<p>E, à medida em que os papéis mudam, as faculdades comunitárias registram recordes de matrículas.</p>
<p>Homens e mulheres estão retornando à escola, mas cresce com muito mais velocidade o número de matrículas feitas pelas mulheres, que já eram maioria nos campi universitários mesmo antes da crise. Nos últimos dois anos, o número de mulheres entre 18 e 24 anos que frequentavam a escola aumentou em mais de 130.000 pessoas, em comparação com um aumento de apenas 53.000 homens jovens.</p>
<p>De certa forma, as mulheres jovens já terão uma vantagem sobre os homens na próxima década, independentemente do déficit educacional. Muitos dos tipos de trabalho que mais irão crescer, como auxiliares de saúde e higienistas dentais, são tipicamente realizados por mulheres. Isso não significa que de agora em diante os homens não poderão exercer essas profissões, mas talvez eles não queiram.</p>
<p>&#8220;As jovens de hoje podem fazer o que quiserem, trabalhar com qualquer coisa. Mas, se um menino se interessa por uma profissão tipicamente feminina, ele é ridicularizado&#8221;, afirma Coontz. &#8220;Muitos caras não entendem o que está acontecendo com os trabalhos geralmente masculinos com salários baixos ou médios.&#8221;</p>
<p>Empregos na indústria, geralmente ocupados por homens, e em outros setores que envolvem trabalho braçal passam por uma fase de declínio estrutural. Essas são carreiras difíceis de manter por muito tempo, já que a força juvenil um dia acaba. E hoje em dia, muitos trabalhadores da indústria não contam mais com suas aposentadorias quando seu corpo já não aguenta mais.</p>
<p>&#8220;Não me surpreende que, em uma economia decadente, as mulheres busquem melhorar sua escolaridade&#8221;, afirma Heather Boushey, economista no Centro pelo Progresso Americano, uma organização de pesquisa de centro-esquerda. &#8220;A verdadeira questão é: Por que mais homens não estão seguindo o mesmo caminho?&#8221;</p>
<p>O principal risco quando um trabalhador retoma os estudos são as dívidas com o crédito estudantil. O valor das mensalidades tem subido acima da inflação todos os anos, tendência acelerada pelos cortes orçamentários do governo.</p>
<p>&#8220;O subsídio pago por estudante diminui 25 por cento nos últimos três anos&#8221;, afirmou Stephen Scott, presidente da Faculdade Técnica Comunitária de Wake, em Raleigh, na Carolina do Norte, uma das faculdades comunitárias que mais cresce em todo o país. Por consequência, o número de alunos por sala de aula aumentou e o valor das mensalidades também. Mesmo assim, o número de novos estudantes – em sua maioria mulheres – não para de crescer.</p>
<p>&#8220;Temos cerca de 6.000 estudantes em nossa lista de espera, porque não temos recursos para oferecer mais vagas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Aqueles que frequentam as caras faculdades particulares, como Baker, terão ainda mais dificuldade para receber de volta seu investimento em educação. Incluindo os empréstimos que financiaram sua graduação no Wartburg College em Waverly, Iowa, ela irá completar seu mestrado em 2012 devendo cerca de 200.000 dólares.</p>
<p>&#8220;Eu tenho fé que um dia conseguirei um bom trabalho, que me pague o suficiente para viver e para quitar minhas dívidas&#8221;, completou, &#8220;e, se eu tiver sorte, que me deixe feliz&#8221;.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://economia.ig.com.br/nos-eua-mais-mulheres-abandonam-o-mercado-de-trabalho-e-voltam-a/n1597563867160.html" target="_blank">IG</a></strong></small></p>
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		<title>Grandes companhias querem mais líderes mulheres</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com 20 anos de carreira no mercado de recrutamento de altos executivos, Ana Paula Chagas, sócia da Heidrick &#38; Struggles, é responsável por avaliar e selecionar anualmente dezenas de mulheres para cargos de diretoria em empresas no Brasil. Os números, porém, nem sempre foram tão expressivos. Ana se lembra de quando ajudou a fundar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com 20 anos de carreira no mercado de recrutamento de altos executivos, Ana Paula Chagas, sócia da Heidrick &amp; Struggles, é responsável por avaliar e selecionar anualmente dezenas de mulheres para cargos de diretoria em empresas no Brasil. Os números, porém, nem sempre foram tão expressivos. Ana se lembra de quando ajudou a fundar a companhia no país, em meados da década de 1990. Na época, ainda contava nos dedos de uma mão o número de executivas que já havia indicado. “Mulheres em cargos de presidência eram uma ou duas”, lembra a headhunter.</p>
<p>O mundo corporativo, historicamente, sempre resistiu a ceder espaço em cargos de chefia às mulheres. Quando isso começou a acontecer, homens em posição equivalente ganhavam o dobro dos salários femininos. Em algum ponto do passado recente, porém, este movimento de resistência parece ter atingido um ponto de inflexão. E, agora, grandes companhias, como UPS, Shell e Walmart, estão criando políticas para incentivar mais mulheres a assumirem cargos de liderança em suas estruturas.</p>
<p>“Existem competências masculinas e competências femininas, que juntas fazem empresas melhores”, diz Ana Chagas. “As grandes companhias estão percebendo que as que têm um quadro de pessoal mais diverso, e não só na questão de gênero, são mais lucrativas”, afirma. O tema é objeto de estudo de entidades como a Catalyst, que advoga as vantagens de uma maior participação de mulheres no mundo corporativo.</p>
<p>O movimento começou lá fora, mas já chegou ao Brasil. Em meados de novembro, um grupo formado por 36 empresas – e mais de uma dúzia de entidades e Organizações Não Governamentais (ONGs) – lançou no país o “Movimento Empresarial pelo Desenvolvimento da Mulher”, também chamado de “Mais Mulher 360”. O objetivo declarado da iniciativa é equilibrar a balança do gênero nas empresas e nas comunidades em que elas estão inseridas, através da adoção, pelas companhias participantes, de políticas que ajudem a promover e formar maior número de mulheres.</p>
<p>Fazem parte do grupo, além das empresas já citadas, HP, Diageo, Pepsico, Coca-Cola, Arno, Amanco, Bunge, P&amp;G, Natura e Santander, entre outras.</p>
<p>No Walmart, por exemplo, uma das metas é o alcance, até 2016, de participação de 50% de mulheres em cargos de liderança, no mundo. A varejista americana quer ser um dos maiores empregadores de mulheres líderes nos países onde tem loja. Hoje, no Brasil, 51% dos funcionários são mulheres, mas em cargos de liderança o percentual cai para 38%.</p>
<p>Em paralelo, a companhia anunciou que pretende dobrar o volume de compras de produtos vindos de fornecedores que tenham mulheres em cargos de liderança, para US$ 20 bilhões somente nos EUA; treinar 60 mil mulheres para cargos de gestão em indústrias e fazendas fornecedoras de lojas Walmart e outras 200 mil em cursos sobre varejo, no mundo.</p>
<p>No Brasil, a rede varejista já vinha adotando algumas políticas em linha com as metas do grupo “+ Mulheres 360”. Entre elas, cursos e treinamentos específicos para o público feminino interno, como dicas de como se vestir adequadamente para reuniões de trabalho, de maquiagem, postura e finanças pessoais. As vezes com palestras de ícones femininos do mundo empresarial, como Luiza Heloisa Trajano, do Magazine Luiza.</p>
<p>Programas do gênero beneficiaram executivas como Adriana Cabrera Migliatti, diretora distrital da rede de lojas de atacado e clube de compras do grupo, a Sam’s Club. Há pouco mais de três anos, ela foi a primeira da companhia no país a ter seis meses de licença maternidade. Encerrado o período, foi alocada em uma loja próxima de sua casa, para ficar mais próxima do filho por dois anos, até ser promovida ao cargo atual.</p>
<p>Na avaliação de Alexia Franco, diretora da Hays, outra empresa de recrutamento de executivos, principalmente em um ambiente de escassez de mão de obra especializada, as empresas vão ter que começar a pensar em forma de reter mulheres em idade de serem mães. É quando muitas começam os questionamentos em relação ao nível de entrega ao trabalho e, mesmo sendo cotadas para promoções, abrem mão dos cargos.</p>
<p>Alternativas possíveis, afirma, seriam horários mais flexíveis e políticas de trabalho a partir de casa. “Sem dúvida, não é o tempo que passam no escritório que conta, mas a produtividade”, afirma Alexia.</p>
<p>Para Ana Paula Chagas, da Heidrick, a desigualdade é menor no nível de gerência, onde o número de mulheres recrutadas já supera 50%. Mas ainda é muito baixo no topo da pirâmide que tem como ápice membros do conselho de administração e presidentes de empresas. Segundo ela, não mais de 3% dos executivos que recruta para essas cargos são mulheres. Para diretoria, o percentual varia de 18% a 20%.</p>
<p>Neste caso, diz a caçadora de talentos corporativos, o que as empresas precisam fazer é criar políticas de cotas para acelerar o processo e educar as mulheres para que ganhem confiança e topem assumir a função.</p>
<p>Segundo Ana, a cultura que ainda impera na maior parte das companhias faz com que a maior parte delas não se sinta pronta para assumir a presidência, mesmo sendo mais bem avaliada que competidores homens. “Cerca de 90% das mulheres, quando pergunto se estão prontas, dizem que não. Homens, mesmo que não estejam preparados, dizem sim”, afirma. “Conheço alguns presidentes de empresas que não são brilhantes. Mas mulheres, não. Porque, se não forem, não se sustentam”.</p>
<p>Ao que tudo indica, ao menos em países como o Brasil – o processo é mais lento em países da América Latina mais machistas, como Chile e México – as companhias parecem estar interessadas em seguir o conselho.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://economia.ig.com.br/grandes-companhias-querem-mais-lideres-mulheres/n1597412226138.html" target="_blank">IG</a></strong></small></p>
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		<title>Mulheres da geração Y ainda enfrentam discriminação no trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 16:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[O mundo evoluiu, mas as mulheres continuam enfrentando antigos problemas quando o assunto é a carreira. Segundo pesquisa realizada pela Fundação BPW (Business and Professional Women&#8217;s), as mulheres da geração Y ainda se deparam com discriminações de gênero no ambiente de trabalho, sendo que 77% acreditam que os problemas de gênero no ambiente profissional são moderados ou [...]]]></description>
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<p>O mundo evoluiu, mas as mulheres continuam enfrentando antigos problemas quando o assunto é a carreira.</p>
<p>Segundo pesquisa realizada pela Fundação BPW (Business and Professional Women&#8217;s), as mulheres da geração Y ainda se deparam com discriminações de gênero no ambiente de trabalho, sendo que 77% acreditam que os problemas de gênero no ambiente profissional são moderados ou severos e quase 50% afirmam já terem passado ou presenciado situações do tipo.</p>
<p>Dentre os problemas mais comuns, as entrevistadas citam o fato de serem relacionadas com certos estereótipos (63%), a compensação desigual (60%), o tratamento diferenciado (58%), a desigualdade de oportunidades (58%), piadas de gênero (38%) e o assédio sexual (31%).</p>
<p>Além disso, muitas destas profissionais reclamam que são consideradas incompetentes por causa da idade e que, também por conta da data de nascimento, são preteridas em promoções.</p>
<p><strong>Brasil</strong><br />
No que diz respeito ao Brasil, a diretora da Gutemberg Consultores, Denize Kallas, afirma que a discriminação de gênero ainda persiste e pode ser observada na remuneração inferior das mulheres e nas oportunidades oferecidas, especialmente quando é para assumir cargos no exterior.</p>
<p>“Por aqui, o mais comum é a diferença salarial e de oportunidades; neste caso, o maior medo dos empregadores ainda é a questão da maternidade”, explica Denize.</p>
<p>Sobre a queixa apontada pelas mulheres da geração Y, na pesquisa da Fundação BPW, de que são preteridas em promoções por conta da idade, a especialista afirma que no Brasil o cenário é um pouco diferente.</p>
<p>“Há alguns anos, as empresas apostaram tudo no trainee, superestimaram este profissional. Agora, é natural que esta tendência de promover pessoas cada vez mais jovens, se amenize, independentemente do gênero”, finaliza.</p>
<p><strong>Quem é a geração Y?</strong><br />
De modo geral, pesquisas apontam que a geração Y engloba jovens nascidos entre 1978 e 1999, sendo que são descritos, entre outras características, como multitarefas, inquietos, competitivos e impulsivos.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a title="InfoMoney" href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2293902-mulheres+geracao+ainda+enfrentam+discriminacao+trabalho" target="_blank">InfoMoney</a></strong></small></p>
</div>
</div>
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		<title>Por que há tão poucas mulheres em conselhos de administração?</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 16:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Por JOANN S. LUBLIN A ex-diretora-presidente da Avon Products Inc., Andrea Jung, foi bastante criticada por servir no conselho de administração de duas outras grandes empresas. Mas a pergunta que não quer calar é: Por que tão poucas mulheres participam dos conselhos de administração? Entre 2004 e 2008, grandes empresas americanas com três ou mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por JOANN S. LUBLIN</p>
<p>A ex-diretora-presidente da Avon Products Inc., Andrea Jung, foi bastante criticada por servir no conselho de administração de duas outras grandes empresas. Mas a pergunta que não quer calar é: Por que tão poucas mulheres participam dos conselhos de administração?</p>
<p>Entre 2004 e 2008, grandes empresas americanas com três ou mais mulheres no conselho alcançaram resultados financeiros significativamente melhores do que as firmas que não tinham nenhuma mulher conselheira, segundo estudo de 2011 feito pelo Catalyst, uma organização sem fins lucrativos voltada a promover a participação de mulheres no mundo dos negócios. De modo geral elas superaram as empresas sem mulheres no conselho em 84% no quesito retorno sobre as vendas, em 60% no retorno sobre o capital investido e em 46% no retorno sobre o patrimônio.</p>
<p>&#8220;Um conselho que tem pelo menos três mulheres ganha pontos de vista diversificados que podem melhorar os resultados&#8221;, diz Debbie Soon, vice-presidente sênior da Catalyst.</p>
<p>No entanto, as mulheres ocupam apenas 16% dos assentos no conselho nas empresas listadas no ranking Fortune 500, segundo relato da Catalyst no início do mês. O centro de estudos do setor privado Conference Board concluiu em um estudo recente que, mesmo se 25% dos assentos nos conselhos das firmas da Fortune 500 que serão disponíveis anualmente nos próximos oito anos forem ocupados por mulheres, a porcentagem de mulheres conselheiras nessa amostra seria apenas de cerca de 23% até 2020.</p>
<p>Esse ritmo lento de mudança pode refletir a preferência dos conselhos por diretores-presidentes e diretores financeiros com mais experiência, e a maioria desses são homens. Esses executivos representaram quase 58% dos conselheiros nas firmas da Fortune 500 escolhidos no primeiro semestre de 2011; mas apenas 14 dos 92 recém-admitidos são mulheres, segundo a firma de recrutamento Heidrick &amp; Struggles International Inc.</p>
<p>Muitos conselhos também encolheram de tamanho nos últimos tempos, ou aumentaram a idade da aposentadoria, limitando assim a necessidade de caras novas. E muitas vezes isso aconteceu por receio de trabalhar com recém-chegados ainda não testados durante a crise econômica.</p>
<p>Inúmeros esforços surgiram recentemente para aumentar a participação das mulheres nos conselhos. Inclui-se aí o grupo 2020 Mulheres nos Conselhos, que trabalha para aumentar a representação das mulheres nos conselhos para pelo menos 20% até 2020. No fim do próximo mês o grupo pretende publicar uma lista das empresas listadas no Fortune 1000 que não têm nenhuma mulher no conselho.</p>
<p>&#8220;Trata-se de boa governança corporativa&#8221;, diz Stephanie Sonnabend, diretora-presidente da Sonesta International Hotels Corp, empresa cofundadora da iniciativa. Ela e outras três mulheres detêm 40% dos assentos no conselho da Sonesta.</p>
<p>Ampliar a participação feminina nos conselhos é difícil porque o recrutamento &#8220;com frequência é muito limitado às redes de contatos dos próprios conselheiros&#8221;, diz Aditi Mohapatra, analista sênior de sustentabilidade da Calvert. E com muita frequência, isso significa que os escolhidos são homens brancos e mais velhos.</p>
<p>A Parceria por Nova York, grupo de desenvolvimento econômico composto de executivos da cidade, e o Fórum das Mulheres de Nova York, uma rede de líderes do sexo feminino, se uniram para criar um banco de dados de candidatas a conselheiras empresariais com patronos de alto nível.</p>
<p>Até agora, 31 diretores-presidentes que pertencem à Parceria já sugeriram 47 mulheres que eles recomendam pessoalmente como qualificadas para servir em um conselho. O Fórum da Mulher vai fornecer gratuitamente o banco de dados com os nomes para conselhos e firmas de pesquisa, a partir do fim de janeiro.</p>
<p>Algumas conselheiras esperam aumentar o número de mulheres fazendo o papel de &#8220;casamenteiras&#8221; em seus conselhos. &#8220;Essa é uma das minhas tarefas&#8221;, diz Beth Comstock, diretora de marketing da General Electric Co. e uma das duas mulheres no conselho de 11 membros da Nike Inc. &#8220;Posso ajudar a apresentar [os dirigentes da Nike] para outras mulheres executivas que fico conhecendo.&#8221;</p>
<p><small><strong>Fonte: <a title="WSJ" href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204720204577128481201726726.html" target="_blank">The Wall Street Journal</a></strong></small></p>
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