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	<title>Phillae &#187; Carreira</title>
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	<description>O mundo dos negócios na visão das mulheres</description>
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		<title>Empreendedorismo entre as mulheres de São Paulo aumentará nos próximos anos</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 12:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Um recente levantamento do Sebrae-SP apontou que o empreendedorismo entre as mulheres deverá crescer nos próximos anos. A previsão, segundo a Pesquisa Cenários 2020, é que o percentual de mulheres  nos negócios atinja 42% na data em questão, percentual considerado importante, especialmente porque, no ano 2000, a participação das mulheres como empregadoras foi de apenas 24%. Além disso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um recente levantamento do Sebrae-SP apontou que o empreendedorismo entre as mulheres deverá crescer nos próximos anos.</p>
<p>A previsão, segundo a Pesquisa Cenários 2020, é que o percentual de mulheres  nos negócios atinja 42% na data em questão, percentual considerado importante, especialmente porque, no ano 2000, a participação das mulheres como empregadoras foi de apenas 24%.</p>
<p>Além disso, se as expectativas do estudo se mantiverem, o público feminino também deverá se destacar na modalidade “por conta própria”, ou seja, nos empreendimentos sem empregados, passando de 32% em 2000, para 47% em 2020.</p>
<p><strong>Oportunidades</strong></p>
<p>Os dados mostram que as micro e pequenas empresas representam uma boa alternativa no mercado para as mulheres.</p>
<p>De acordo com o Sebrae-SP, por exemplo, a expectativa o ano de 2020 registre 1,5 milhão de empregadores e 3,7 milhões de empreendedores por conta própria, fato que, segundo o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, já é aguardado pelo setor.</p>
<p>Para se ter uma ideia, a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios), do IBGE, revela que em 2009 havia 1,1 milhão de empregadores no estado de São Paulo e mais de 3,3 milhões empreendedores que atuam na modalidade “por conta própria”.</p>
<p><strong>População ativa</strong></p>
<p>Já em termos de representatividade feminina da PEA (População Economicamente Ativa) – pessoas ocupadas ou que estão procurando uma ocupação – ela também vem acompanhando tal movimento.</p>
<p>Segundo o consultor do Sebrae-SP, Pedro Gonçalves, a participação das mulheres na PEA, que era de 42% em 2000, deverá atingir 49% em 2020, aproximando-se assim da participação masculina.</p>
<p>“Os dados apontam uma tendência de empate no número de homens e mulheres no mercado de trabalho até 2020”, revela o consultor.</p>
<p>Para ele, se hoje a estimativa é de um mercado com cerca de 657 mil candidatos a empreendedor, em 2020, a projeção é que tal número aumente para 787 mil.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a title="Empreendedorismo entre as mulheres de São Paulo" href="http://www.infomoney.com.br/mulheres-e-dinheiro/noticia/2330813-empreendedorismo+entre+mulheres+aumentara+nos+proximos+anos+diz+sebrae" target="_blank">InfoMoney</a></strong></small></p>
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		<title>Networking apenas com mulheres pode prejudicar carreira</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[por Michelle Achkar Sabe-se que existem preferências no ambiente de trabalho. Há quem goste de trabalhar com mulheres ou com homens. Pois se esse comportamento se transformar em um clube, tipo o da Luluzinha, saiba que pode trazer prejuízos à carreira. O alerta veio de Whitney Johnson, da empresa de consultoria Rose Park Advisors, publicado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small>por Michelle Achkar</small></p>
<p>Sabe-se que existem preferências no ambiente de trabalho. Há quem goste de trabalhar com mulheres ou com homens. Pois se esse comportamento se transformar em um clube, tipo o da Luluzinha, saiba que pode trazer prejuízos à carreira. O alerta veio de Whitney Johnson, da empresa de consultoria Rose Park Advisors, publicado pelo site <em>The Grind Stone</em>.</p>
<p>&#8220;Se um homem com 500 pessoas em sua rede de relacionamentos, coloca uma profissional apenas em contato com as mulheres que ele conhece, o poder e habilidade são diminuídos&#8221;, disse a especialista. Outro argumento usado pela consultora é a de que, apesar da identificação e de passarem a sensação de poder feminino, os grupinhos de mulheres são minoria no mundo corporativa. Ainda há mais homens no comando de empresas e negócios.</p>
<p>Segundo números do grupo de pesquisas Catalyst, as mulheres representam apenas 3% da lista de CEOs elaborada pela revista Fortune, percentual que se mantém parecido há sete anos. Um levantamento realizado pela revista USA Today, nos Estados Unidos, pediu para que CEOs, diretoras ou fundadoras de empresas apontassem quem foi a pessoa que mais teve influência em sua carreira. Quase 100% das entrevistadas apontaram um homem como seu mentor. O resultado não carrega traços de preconceito, apenas reflete o fato de os homens estarem à frente de altos cargos corporativos há mais tempo e serem uma referência óbvia.</p>
<p>O site The Grind Stone repercutiu a opinião de Whitney Johnson com outros especialistas em gestão e carreira e as respostas foram parecidas. &#8220;Obviamente, quanto maior for a rede de relacionamentos, mais poderosa ela tende a ser. Limitar a network a questão de gêneros é motivo para ser reconsiderado&#8221;, disse a escritor Barry Maher, especialista em liderança e motivação.</p>
<p>&#8220;O aspecto mais importante da rede de relacionamentos é garantir que seja com os grupos certos. Isso ajudar a responder sobre a questão de gêneros. Se os objetivos são avançar em várias áreas, as relações vão envolver grupos de outros profissionais e de clientes em potencial. Se isso significar &#8216;grupos apenas de mulheres&#8217;, vá em frente, mas não se feche apenas nisso¿, disse Beth Campbell Duke, diretora da empresa de marketing pessoal que leva seu sobrenome.</p>
<p>A consultora Whitney Johnson ainda fez outro alerta: o de que se relacionar apenas com mulheres não passa despercebido na empresa. Se parecer que a profissional se sente desconfortável lidando com homens, isso contará pontos negativos. &#8220;Um bom profissional precisa saber lidar com diferentes situações e diferentes pessoas para crescer na carreira&#8221;, afirmou.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://mulher.terra.com.br/noticias/0,,OI5588609-EI16608,00-Networking+apenas+com+mulheres+pode+prejudicar+carreira.html" target="_blank">Terra</a></strong></small></p>
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		<title>Graça Foster é a primeira mulher a assumir uma companhia petrolífera no mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com um estudo do Energy Institute, da Grã-Bretanha, encomendado pela BBC Brasil, nenhuma mulher tinha sido presidente de uma companhia petrolífera no mundo. Isso até Graça Foster, atualmente diretora de Gás e Energia da Petrobras, ser indicada para a presidência da estatal brasileira. Foster vai assumir o cargo no dia 9 de fevereiro, substituindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um estudo do <em>Energy Institute</em>, da Grã-Bretanha, encomendado pela BBC Brasil, nenhuma mulher tinha sido presidente de uma companhia petrolífera no mundo. Isso até Graça Foster, atualmente diretora de Gás e Energia da Petrobras, ser indicada para a presidência da estatal brasileira.</p>
<p>Foster vai assumir o cargo no dia 9 de fevereiro, substituindo José Sérgio Gabrielli, que estava na presidência da Petrobras desde o governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.</p>
<p>De acordo com a revista <em>Fortune</em>, depois que Graça Foster assumir, a Petrobras se tornará a segunda maior empresa a ser comandanda por uma mulher, ficando atrás somente da HP.</p>
<p>Graça Foster, que está na Petrobras há mais de 30 anos, cresceu na favela Morro do Adeus, atualmente integrante do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Ela foi catadora de papel e lata até os 12 anos, para custear os estudos.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/graca-foster-e-a-primeira-mulher-a-assumir-uma-companhia-petrolifera-no-mundo/51716/" target="_blank">Administradores</a></strong></small><small></small></p>
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		<title>Grandes companhias querem mais líderes mulheres</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Com 20 anos de carreira no mercado de recrutamento de altos executivos, Ana Paula Chagas, sócia da Heidrick &#38; Struggles, é responsável por avaliar e selecionar anualmente dezenas de mulheres para cargos de diretoria em empresas no Brasil. Os números, porém, nem sempre foram tão expressivos. Ana se lembra de quando ajudou a fundar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com 20 anos de carreira no mercado de recrutamento de altos executivos, Ana Paula Chagas, sócia da Heidrick &amp; Struggles, é responsável por avaliar e selecionar anualmente dezenas de mulheres para cargos de diretoria em empresas no Brasil. Os números, porém, nem sempre foram tão expressivos. Ana se lembra de quando ajudou a fundar a companhia no país, em meados da década de 1990. Na época, ainda contava nos dedos de uma mão o número de executivas que já havia indicado. “Mulheres em cargos de presidência eram uma ou duas”, lembra a headhunter.</p>
<p>O mundo corporativo, historicamente, sempre resistiu a ceder espaço em cargos de chefia às mulheres. Quando isso começou a acontecer, homens em posição equivalente ganhavam o dobro dos salários femininos. Em algum ponto do passado recente, porém, este movimento de resistência parece ter atingido um ponto de inflexão. E, agora, grandes companhias, como UPS, Shell e Walmart, estão criando políticas para incentivar mais mulheres a assumirem cargos de liderança em suas estruturas.</p>
<p>“Existem competências masculinas e competências femininas, que juntas fazem empresas melhores”, diz Ana Chagas. “As grandes companhias estão percebendo que as que têm um quadro de pessoal mais diverso, e não só na questão de gênero, são mais lucrativas”, afirma. O tema é objeto de estudo de entidades como a Catalyst, que advoga as vantagens de uma maior participação de mulheres no mundo corporativo.</p>
<p>O movimento começou lá fora, mas já chegou ao Brasil. Em meados de novembro, um grupo formado por 36 empresas – e mais de uma dúzia de entidades e Organizações Não Governamentais (ONGs) – lançou no país o “Movimento Empresarial pelo Desenvolvimento da Mulher”, também chamado de “Mais Mulher 360”. O objetivo declarado da iniciativa é equilibrar a balança do gênero nas empresas e nas comunidades em que elas estão inseridas, através da adoção, pelas companhias participantes, de políticas que ajudem a promover e formar maior número de mulheres.</p>
<p>Fazem parte do grupo, além das empresas já citadas, HP, Diageo, Pepsico, Coca-Cola, Arno, Amanco, Bunge, P&amp;G, Natura e Santander, entre outras.</p>
<p>No Walmart, por exemplo, uma das metas é o alcance, até 2016, de participação de 50% de mulheres em cargos de liderança, no mundo. A varejista americana quer ser um dos maiores empregadores de mulheres líderes nos países onde tem loja. Hoje, no Brasil, 51% dos funcionários são mulheres, mas em cargos de liderança o percentual cai para 38%.</p>
<p>Em paralelo, a companhia anunciou que pretende dobrar o volume de compras de produtos vindos de fornecedores que tenham mulheres em cargos de liderança, para US$ 20 bilhões somente nos EUA; treinar 60 mil mulheres para cargos de gestão em indústrias e fazendas fornecedoras de lojas Walmart e outras 200 mil em cursos sobre varejo, no mundo.</p>
<p>No Brasil, a rede varejista já vinha adotando algumas políticas em linha com as metas do grupo “+ Mulheres 360”. Entre elas, cursos e treinamentos específicos para o público feminino interno, como dicas de como se vestir adequadamente para reuniões de trabalho, de maquiagem, postura e finanças pessoais. As vezes com palestras de ícones femininos do mundo empresarial, como Luiza Heloisa Trajano, do Magazine Luiza.</p>
<p>Programas do gênero beneficiaram executivas como Adriana Cabrera Migliatti, diretora distrital da rede de lojas de atacado e clube de compras do grupo, a Sam’s Club. Há pouco mais de três anos, ela foi a primeira da companhia no país a ter seis meses de licença maternidade. Encerrado o período, foi alocada em uma loja próxima de sua casa, para ficar mais próxima do filho por dois anos, até ser promovida ao cargo atual.</p>
<p>Na avaliação de Alexia Franco, diretora da Hays, outra empresa de recrutamento de executivos, principalmente em um ambiente de escassez de mão de obra especializada, as empresas vão ter que começar a pensar em forma de reter mulheres em idade de serem mães. É quando muitas começam os questionamentos em relação ao nível de entrega ao trabalho e, mesmo sendo cotadas para promoções, abrem mão dos cargos.</p>
<p>Alternativas possíveis, afirma, seriam horários mais flexíveis e políticas de trabalho a partir de casa. “Sem dúvida, não é o tempo que passam no escritório que conta, mas a produtividade”, afirma Alexia.</p>
<p>Para Ana Paula Chagas, da Heidrick, a desigualdade é menor no nível de gerência, onde o número de mulheres recrutadas já supera 50%. Mas ainda é muito baixo no topo da pirâmide que tem como ápice membros do conselho de administração e presidentes de empresas. Segundo ela, não mais de 3% dos executivos que recruta para essas cargos são mulheres. Para diretoria, o percentual varia de 18% a 20%.</p>
<p>Neste caso, diz a caçadora de talentos corporativos, o que as empresas precisam fazer é criar políticas de cotas para acelerar o processo e educar as mulheres para que ganhem confiança e topem assumir a função.</p>
<p>Segundo Ana, a cultura que ainda impera na maior parte das companhias faz com que a maior parte delas não se sinta pronta para assumir a presidência, mesmo sendo mais bem avaliada que competidores homens. “Cerca de 90% das mulheres, quando pergunto se estão prontas, dizem que não. Homens, mesmo que não estejam preparados, dizem sim”, afirma. “Conheço alguns presidentes de empresas que não são brilhantes. Mas mulheres, não. Porque, se não forem, não se sustentam”.</p>
<p>Ao que tudo indica, ao menos em países como o Brasil – o processo é mais lento em países da América Latina mais machistas, como Chile e México – as companhias parecem estar interessadas em seguir o conselho.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://economia.ig.com.br/grandes-companhias-querem-mais-lideres-mulheres/n1597412226138.html" target="_blank">IG</a></strong></small></p>
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		<title>Mulheres tendem a assumir mais riscos em ambientes mais femininos</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 12:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantas vezes não ouvimos falar que, quando o assunto é trabalho, as mulheres são mais conservadoras do que os homens? Agora, uma pesquisa realizada pela professora Alison Booth, da Universidades Nacional da Austrália, mostra que a crença faz sentido. De acordo com o estudo, no geral, as mulheres têm menos probabilidade de fazer escolhas arriscadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes não ouvimos falar que, quando o assunto é trabalho, as mulheres são mais conservadoras do que os homens? Agora, uma pesquisa realizada pela professora Alison Booth, da Universidades Nacional da Austrália, mostra que a crença faz sentido.</p>
<p>De acordo com o estudo, no geral, as mulheres têm menos probabilidade de fazer escolhas arriscadas do que os homens. Contudo, aponta o levantamento, em ambientes com maior presença feminina, as mulheres tendem a assumir mais riscos do que em outras situações.</p>
<p>A constatação fez com que os pesquisadores concluíssem que a maneira como as mulheres lidam com o risco é mais influenciada pela cultura do que pelo comportamento.</p>
<p><strong>Competição</p>
<p></strong>Ainda no que diz respeito ao comportamento das mulheres no ambiente de trabalho, a diretora executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Izabel de Almeida, acredita que o ambiente mais feminino, além de estimular as mulheres a se arriscarem mais, faz com que as profissionais sejam mais competitivas.</p>
<p>Isso porque, explica ela, desde pequenas, as mulheres estão acostumadas a competirem entre si.</p>
<p>“Diante de um homem, as mulheres, influenciadas pelas questões culturais, tendem a se retrair. Já quando o ambiente é predominantemente feminino, elas se sentem mais seguras para arriscar e competir, pois sentem que é de igual para igual”, explica.</p>
<p><strong>Diferenças<br />
</strong><br />
De modo geral, independentemente se o ambiente é misto, mais masculino ou predominantemente feminino, as mulheres tendem a se mostrar mais afetuosas do que os homens, sendo que a competição por um posto melhor na empresa acontece de forma mais velada. Entre eles, a vontade de conquistar uma posição melhor na carreira, por exemplo, é explícita.</p>
<p>Já em postos de liderança, as mulheres se mostram mais maternais com a equipe, enquanto que os homens, sobretudo quando lideram mulheres, diz a especialista, tendem a não reconhecer os méritos das profissionais.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a title="InfoMoney" href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2298727-carreiras+mulheres+tendem+assumir+mais+riscos+ambientes+mais+femininos" target="_blank">InfoMoney</a></strong></small></p>
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		<item>
		<title>Ainda há poucas mulheres nos conselhos</title>
		<link>http://www.phillae.com.br/2011/11/ainda-ha-poucas-mulheres-nos-conselhos/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 14:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[As mulheres têm mais dificuldade de obter uma posição no conselho de administração das companhias brasileiras, aponta pesquisa do IBGC, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. De acordo com os dados do &#8220;Relatório de Mulheres na Administração das Empresas Brasileiras Listadas &#8211; 2010 e 2011&#8243;, pessoas do sexo feminino ocupavam apenas 7,71% das posições efetivas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As mulheres têm mais dificuldade de obter uma posição no conselho de administração das companhias brasileiras, aponta pesquisa do IBGC, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. De acordo com os dados do &#8220;Relatório de Mulheres na Administração das Empresas Brasileiras Listadas &#8211; 2010 e 2011&#8243;, pessoas do sexo feminino ocupavam apenas 7,71% das posições efetivas no conselho das empresas, o que representa 2.647 posições nas 454 companhias sondadas em todo o Brasil.</p>
<p>No contexto mundial, o Brasil ainda fica em um patamar inferior quando comparado a países como Noruega, onde 39,5% das vagas nos conselhos são ocupadas por mulheres, de acordo com levantamento feito pela Catalyst,  fonte do estudo do IBGC. No país escandinavo ainda existe, desde 2003, uma lei que assegura que 40% das vagas nos conselhos de empresas públicas ou mistas sejam ocupadas por mulheres. Quando o assunto é ter ao menos uma  mulher ocupando um cargo no conselho, a Suécia tem 100% das empresas nesta situação, a Noruega possui a presença feminina de 96%, já o Brasil o mesmo índice é de 33%.</p>
<p>Para tentar contornar essa situação desigual entre homens e mulheres no campo profissional, há um projeto de lei da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) que prevê que as mulheres ocupem 40% dos cargos de conselho de empresas públicas ou de participação mista até 2022. &#8220;A entrada de mais mulheres no Conselho pode trazer novas idéias e mais debate, já que elas possuem uma perspectiva diferente da dos homens. Além disso, as mulheres já provaram que possuem talento e competência para o empreendedorismo, inclusive no conselho de empresas&#8221;, diz Miriam Macari, gerente do Easynvest, plataforma de negociações da Título Corretora, e que coordena um grupo de consultoras mulheres na empresa.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://www.callcenter.inf.br/rh/44414/ainda-ha-poucas-mulheres-nos-conselhos/ler.aspx" target="_blank">callcenter.inf.br</a></strong></small></p>
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		<title>Prêmio Sebrae Mulher de Négocios &#8211; Inscrições até 05 de dezembro</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 14:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mulherdenegocios.sebrae.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-737" title="Prêmio Sebrae Mulheres Empreendedoras" src="http://www.phillae.com.br/wp-content/uploads/2011/12/133311.jpg" alt="" width="900" height="1782" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Salário menor para mulher pode dar multa</title>
		<link>http://www.phillae.com.br/2011/11/salario-menor-para-mulher-pode-dar-multa/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 13:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na quarta-feira (26) o projeto de lei, do deputado Marçal Filho (PMDB-MS), que estabelece multa para empresa que pagar salários menores às mulheres do que aos homens ocupantes da mesma função. A proposta, que tramita em caráter conclusivo, já havia sido aprovada pela Comissão de Trabalho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na quarta-feira (26) o projeto de lei, do deputado Marçal Filho (PMDB-MS), que estabelece multa para empresa que pagar salários menores às mulheres do que aos homens ocupantes da mesma função.</p>
<p>A proposta, que tramita em caráter conclusivo, já havia sido aprovada pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Agora segue para a análise do Senado, a não ser que haja recurso para votação no Plenário da Câmara.</p>
<p>Segundo o texto, a multa será correspondente a cinco vezes a diferença salarial verificada em todo o período do contrato.</p>
<p>O relator, deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), defendeu a aprovação do projeto. Ele destacou que a Constituição prevê igualdade de todos perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. “A nossa Carta Magna ainda determina proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil”, disse.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://www.correiodoestado.com.br/noticias/discriminacao-a-mulher-dara-multa_130270/" target="_blank">Correio do Estado</a></strong></small></p>
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		<title>Mulheres contratadas são menos satisfeitas profissionalmente, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 13:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O número de mulheres  satisfeitas no aspecto profissional é menor entre as contratadas formais. A informação é do Data Popular, que no estudo Tempo de Mulher mensurou o índice de satisfação das brasileiras no mercado trabalho. De acordo com o instituto de pesquisa, das 3 mil entrevistadas em todo o País, apenas 37% se mostraram felizes com o contrato formal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mulheres  satisfeitas no aspecto profissional é menor entre as contratadas formais. A informação é do Data Popular, que no estudo Tempo de Mulher mensurou o índice de satisfação das brasileiras no mercado trabalho.</p>
<p>De acordo com o instituto de pesquisa, das 3 mil entrevistadas em todo o País, apenas 37% se mostraram felizes com o contrato formal. Em contrapartida, o percentual de profissionais autônomas  e microempresárias satisfeitas com seus modelos de contratação ficou registrado em 50% e 65%, respectivamente.</p>
<p>Segundo o sócio-diretor do Data Popular, Renato Meirelles, tal diferença nos dados tem explicação. Afinal, sem a possibilidade de flexibilizar o próprio tempo, para dividir horas de trabalho com momentos de lazer e com a família, as mulheres empregadas se tornam menos realizadas em comparação àquelas que possuem mais independência.</p>
<p>“Esta mudança é uma tendência e deve continuar. Hoje, a mulher valoriza o tempo e a gestão sobre ele. Então, se por um lado, ao optar por um regime informal, elas fiquem à mercê de uma certa instabilidade na renda, por outro, elas ganham flexibilidade para administrar melhor seu tempo”, diz Meirelles.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2170979" target="_blank">InfoMoney</a></strong></small></p>
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		<title>Número de mulheres nos cursos preparatórios para concursos já supera o de homens</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 14:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado & Indicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[RIO &#8211; Assim como nas universidades e nas turmas de MBA, as mulheres já dominam as salas de aula de cursinhos preparatórios para concurso público. A constatação vale, inclusive, para os programas de ensino a distância. Segundo levantamentos feitos pela Academia do Concurso e pelo Concurso Virtual, de 2009 para cá, o percentual só tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RIO &#8211; Assim como nas universidades e nas turmas de MBA, as mulheres já dominam as salas de aula de cursinhos preparatórios para concurso público. A constatação vale, inclusive, para os programas de ensino a distância. Segundo levantamentos feitos pela Academia do Concurso e pelo Concurso Virtual, de 2009 para cá, o percentual só tem crescido e o número de alunas já supera —- e muito — o de homens.</p>
<p>Só nos primeiros meses deste ano, segundo os números da Academia do Concurso, a presença das mulheres em salas de aula é de 53,2%, contra 46,8% de homens. Em 2010, o público feminino era de 50,9%, um pouco superior ao masculino (49,1%).</p>
<p>Quanto aos cursos virtuais, a tendência se repete. Analisando os dados referentes aos alunos matriculados no site Concurso Virtual, verifica-se que, em 2009, 54,52% dos alunos eram mulheres, enquanto 45,48% eram homens. No ano passado, o número de mulheres cresceu para 60,02%. O de homens, por sua vez, caiu para 39,98%. Em 2011, até o momento, o percentual feminino já chega a 62,67% e o de homens, a 37,33%. No Concurseiro Urbano, primeiro site de compras coletivas voltado para concurso público, cerca de 68% dos usuários são mulheres.</p>
<p>Na opinião de Paulo Estrella, da Academia do Concurso, o aumento da procura por preparatórios para concursos pela mulheres se dá pela percepção do acesso democrático ao emprego público e do fato de não haver preconceito de gênero na remuneração dos servidores.</p>
<p>— No mercado privado, as mulheres recebem salários substancialmente menores do que os dos homens para executar a mesma função. E esse tipo de preconceito não acontece no serviço público.</p>
<p>Outro fator determinante, aponta Estrella, seria a estabilidade no emprego e o horário de serviço mais regular, já que as mulheres quase sempre são sobrecarregadas pela jornada dupla de trabalho:</p>
<p>— Como a iniciativa privada fica cada vez mais agressiva, exigindo mais tempo do funcionário, maior volume de trabalho e de horas trabalhadas, a mulher que tem família acaba sendo vista como segunda opção, devido à maior disponibilidade dos homens.</p>
<p>Para Raphael Vianna, diretor do Concurso Virtual, é justamente devido à jornada dupla — trabalho e casa — que as mulheres começaram a procurar os cursos preparatórios on-line:</p>
<p>— Através das aulas via web, é possível se organizar melhor para estudar no tempo livre. Isso explica, em parte, o fato de o público feminino ser maioria nos cursos pela internet.</p>
<p>Estrella ressalta que a maioria das mulheres que se preparam para concursos públicos está na faixa etária de 31 a 40 anos de idade, período em que normalmente ela já se posicionou no mercado de trabalho, mas busca maior estabilidade.</p>
<p>— Isso reforça a teoria de que a busca não é pelo emprego e sim pelo conjunto de vantagens que o emprego público tem sobre a iniciativa privada.</p>
<p>Estrela acredita que esse movimento do sexo feminino em busca dos cursos preparatórios começa a dar resultados. Segundo ele, 53% dos aprovados no concurso do Ministério Público da União para o cargo de técnico administrativo são mulheres. Essa mesma tendência foi registrada na seleção para o cargo de analista administrativo do MP da União e na da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, onde 55,7% dos aprovados são do sexo feminino. Historicamente, nos anos anteriores, a maioria dos aprovados era de homens.</p>
<p>— A mulher acabou percebendo que esse mercado não é do homem e sim de qualquer pessoa que queira ter uma vaga no emprego público. O esforço é mútuo — diz Estrella.</p>
<p>Ele não vê muita diferença no comportamento de homens e mulheres em sala de aula ou na dedicação ao estudo — trata-se de algo pessoal, que não tem a ver com gênero. Na percepção de Vianna, por outro lado, as alunas, de maneira geral, são mais disciplinadas e acabam obtendo resultados mais rapidamente.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://extra.globo.com/emprego/numero-de-mulheres-nos-cursos-preparatorios-para-concursos-ja-supera-de-homens-1463153.html" target="_blank">Extra</a></strong></small></p>
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